Brida – (Menescal, Costa Netto e Paulo Coelho)

Brida, ás vezes não é fácil ver justiça

Nas presas desse animal selvagem

Cortante a juventude de um sorriso

Brida, Brida, Brida

devora no silêncio confidências

Enquanto vão secando as nossas taças

Faz transbordar de brilho o nosso olhar

Brida, Brida, Brida

talvez até choremos de alegria

Rio, a luz de um sentimento nos transpassa

Escassas vidas, na noite redescobrem a mágoa

São bênçãos de Deus que vão entrando

Estilhaçando todas as vidraças

Brida, Brida


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